Brasília 07 de Maio de 2021
Kênia de Fatima Roriz
RESUMO – A pandemia deixou vários aspectos negativos como consequência, sendo um deles, a saúde mental dos profissionais que atuaram no departamento de urgência e emergência. Os profissionais da linha de frente estavam expostos a diversas situações que causaram o aumento da vulnerabilidade do psicológico, interferindo no bem-estar. A sobrecarga devido às longas jornadas de trabalho, falta de equipamentos necessários para lidar com as situações encontradas, perdas de familiares e colegas de trabalho resultaram em vários fatores que é possível afirmar a necessidade que esses profissionais possuem para ter uma qualidade de vida melhor nos dias atuais. Sendo assim, essa pesquisa aborda o quanto o estresse ocupacional impactou negativamente na vida dos profissionais da saúde.
PALAVRAS-CHAVE: Pandemia; Saúde Mental; Bem-estar.
ABSTRACT – The pandemic left several negative consequences, one of which was the mental health of professionals working in emergency departments. Frontline professionals were exposed to various situations that increased their psychological vulnerability, interfering with their well-being. Overload due to long working hours, lack of necessary equipment to handle the situations encountered, and the loss of family members and colleagues resulted in several factors that highlight the need for these professionals to have a better quality of life today. Therefore, this research addresses the extent to which occupational stress negatively impacted the lives of healthcare professionals.
KEYWORDS: Pandemic; Mental Health; Well-being.
1. INTRODUÇÃO
Segundo Gomes e Vargas (2023, p. 3420) “a enfermagem é uma ciência que tem como essência o cuidado ao ser humano. Os profissionais de enfermagem estudam e atuam na promoção, recuperação e reabilitação da saúde física e psicológica de seus pacientes”. O enfermeiro atua de forma integral, considerando a particularidade dos pacientes, reforçando maior segurança e cuidado para o indivíduo.
“Os que atuam em setores de urgência e emergência, enfrentam realidades adversas que demandam tempo e esforço excessivo. Uma realidade que pode ocasionar ansiedade e emoções negativas” (GOMES & VARGAS, 2023, p. 3420). Muitos profissionais tentam atuar de maneira significativa mesmo com a escassez de recursos, o que dificulta os resultados satisfatórios. As condições de trabalho são um aspecto que pode comprometer a saúde mental dos trabalhadores, aumentando a sobrecarga e insatisfação. Todos esses fatores visam desenvolver emoções negativas, prejudicando o bem-estar desses profissionais, interferindo nos procedimentos aplicados no cotidiano.
De acordo com Gaino et al. (2018, p. 115) “alguns profissionais dos serviços especializados e Unidade de Urgência e Emergência mencionaram sintomas psiquiátricos e a ideia de ausência de doença como acessórios para exemplificar como concebem a saúde mental”. O estudo apresentado evidencia que certas condições podem prejudicar a saúde mental dos profissionais. Várias influências estão conectadas com os fatores que determinam rendimentos bons ou ruins. “No entanto, a maioria dos participantes associou tal conceito com a noção de bem-estar, integralidade do ser humano e determinação social do processo saúde-doença” (GAINO, et al., 2018, p. 115).
Silva et al. (2024, p. 3) explicam que “quando se trata de urgência e emergência possui carga horária elevada, trabalhar em mais de um estabelecimento por contrato temporário, enfrentar a morte, a dor, o sofrimento, o excesso de trabalho, as atividades de plantão, a elevada responsabilidade, podem causar danos psíquicos aos profissionais de saúde”. Esse tipo de situação deixa os profissionais expostos a múltiplos fatores.
Ferreira et al. (2020, p. 6) cita em sua pesquisa como o sofrimento psíquico pode afetar no cotidiano dos profissionais que atuam na linha de frente. Mediante ao COVID-19, os autores relatam que este sofrimento está relacionado “ao impacto que a pandemia da COVID-19 pode acarretar, principalmente sobre a saúde mental dos profissionais de enfermagem que atuam prestando cuidados diretos às pessoas afetadas, e que demandam atenção nos serviços públicos de urgência e emergência”.
Este artigo tem a finalidade de pontuar as sequelas deixadas pela pandemia do COVID-19 aos profissionais que atuaram na área de urgência e emergência, na qual prejudicou o rendimento enquanto profissional, sensibilizando a saúde mental.
2. SOBRECARGA DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE DURANTE A PANDEMIA DO COVID-19
“As pandemias são eventos de natureza coletiva que têm como principal característica a manifestação de alguma doença infecciosa, altamente transmissível e com grande poder de letalidade” (FERREIRA, et al., 2020, p. 4). No final do ano de 2019, a OMS foi alertada sobre o vírus que se espalhava rapidamente na China. No início de 2020, foram identificados os primeiros casos de COVID-19 no Brasil. Conforme Ferreira et al. (2020, p. 7) “o Covid-19 é um tipo de vírus que em pleno o ano de 2020 colocou os sistemas de saúde mundiais em situação de calamidade pública, em outras palavras, uma pandemia generalizada”.
De acordo com Duarte et al. (2021, p. 2) “o atual cenário fez com que os profissionais e serviços de saúde se reinventassem, sendo necessária uma reorganização das suas atividades laborais”. Muitos hospitais não estavam preparados para lidar com a pandemia que disseminou rapidamente pelo país, o que somou com a falta de recursos e sobrecarga aos profissionais atuantes na linha de frente.
“Em algumas situações o isolamento hospitalar durante o período de investigação do Covid-19 coloca a enfermagem como protagonista para os indivíduos afetados, uma vez que o único contato permitido se limitará apenas à equipe atuante” (FERREIRA, et al., 2020, p. 10). os enfermeiros tiveram um papel central relacionado ao cuidado dos pacientes, sendo o principal ponto de contato, proporcionando atendimento humanizado em prol de suprir as necessidades. De acordo com Duarte et al. (2021, p. 2) “trabalhar em meio a uma pandemia exige dos profissionais e dos serviços uma estrutura consistente capaz de comandar e controlar a tomada de decisões e as informações, permitindo que estes possam atravessar a pandemia da melhor forma”.
“Durante a vivência da pandemia da covid-19, estudos indicam que a maioria dos trabalhadores foram expostos a fatores que tiveram implicações na saúde” (SILVA, et al., 2024, p.6). Os profissionais da saúde foram expostos a fatores de risco, o que impactou diretamente na saúde física e mental. Silva et al. (2024, p. 5) explicam que “houve, portanto, a necessidade de intervenções nos ambientes e nos processos de trabalho na tentativa de mitigar os estressores ocupacionais e possibilitar a promoção e o cuidado à saúde mental dos trabalhadores”.
A doença mental resultante de excesso laboral, cognitivo e sobrecarga emocional gerados pela natureza das suas tarefas e condições de execução deve ter um olhar mais direcionado à saúde do trabalhador e os sentimentos nos quais são envolvidos e podem vir a afetar seu trabalho, como o estresse e sintomas depressivos. (SILVA, et al., 2024, p.3).
A sobrecarga pode desencadear sintomas depressivos, prejudicando a produtividade, aumentando a desmotivação e a ausência do profissional no ambiente de trabalho. Melo et al. (2013, p. 37) explicam que “o ambiente hospitalar, por si só, também pode ser considerado como um fator estressor, uma vez que possui condições de insalubridade e periculosidade em relação a outros tipos de serviços que são prestados por esses profissionais”. Mediante a essa informação, pode-se perceber que com a disseminação do vírus, as condições de trabalho ficaram cada vez mais debilitadas. O ambiente hospitalar que já possuía sua complexidade, passou a obter um contexto de trabalho ainda mais complexo, causando riscos físicos e psicológicos. Esse estresse causado aos profissionais da saúde não assegurava o bem-estar e a segurança da saúde mental.
De acordo com Eccard e Gouvêa (2024, p. 53) “o cotidiano de trabalhadores nas unidades públicas de emergência foi particularmente desafiador, por terem precisado lidar, no auge pandêmico, não apenas com as vítimas de traumas e emergências clínicas, como também com inúmeros pacientes com covid-19”. Esse desafio corroborou com a exigência de tomada de decisão rápida, aumentando o desgaste físico e emocional dos profissionais da saúde.
Segundo Silva et al. (2024, p.4) isso tem relação com as situações que esses profissionais passam durante o expediente, “no qual lidam com situações de alto risco, emergências médicas, sofrimento humano, além de tomadas de decisões difíceis, nas quais geram como consequências mentais e o afeto do bem-estar emocional”. A área de urgência e emergência é um espaço altamente estressor para os profissionais expostos. “O estresse ocupacional, como denota o próprio nome, é gerado por fatores específicos da atividade laboral” (MELO, et al., 2013, p.36).
“Trabalhadores submetidos à alta exigência no ambiente de trabalho tendem a desenvolver mais dores musculoesqueléticas em algumas regiões do que aqueles submetidos a baixas exigências (SILVA, et al., 2024, p.5). Conforme apresentado anteriormente, a saúde física também pode ser impactada com a sobrecarga de atividades. Longas jornadas, esforço físico, ou até mesmo posturas inadequadas podem desenvolver pontos negativos relacionados ao físico do profissional.
3. SAÚDE MENTAL DOS PROFISSIONAIS DA LINHA DE FRENTE
“Os profissionais de saúde, incluindo enfermeiros e médicos, correm maior risco de esgotamento devido às exigências estressantes do seu trabalho” (SILVA, et al., 2024, p.5) Sabemos que o cotidiano dos profissionais da saúde são complexos, e com longas jornadas de trabalho, com a chegada da pandemia, essas jornadas passaram a ser mais longas e os procedimentos ainda mais minuciosos. O cenário encontrado no Brasil entre os anos de 2020 e 2022, favoreceu o esgotamento físico e emocional de diversos profissionais que atuavam no departamento de urgência e emergência. De acordo com pesquisas, muitos profissionais desenvolveram síndrome de Burnout, ansiedade e depressão ao longo dessa jornada.
De acordo com Ferreira et a. (2020, p. 6) “salienta-se que esses profissionais passam por eventos cotidianos que exigem uma preparação psicológica para lidar com situações que exigem ações e intervenções rápidas e precisas, comuns desse cenário e que produzem desgaste emocional significante”. Durante a pandemia, esses profissionais estavam sujeitos a várias situações delicadas, como perdas de familiares, colegas de trabalho, além dos riscos de serem contaminados pelos vírus. O desgaste emocional foi o fator determinante que prejudicou muitos enfermeiros, médicos e auxiliares, necessitando de intervenção que pudesse reverter o quadro em que eles se encontravam. “A perda de companheiros de trabalhos durante a pandemia por falhas nas medidas de prevenção ou outras causas, que embora seja algo previsível já há existência de vínculos afetivos prévios, em que a dor da perda pode afetar uma equipe inteira” (FERREIRA, et al., 2020, p. 11).
“Sabe-se que, diante do cenário atual, há escassez de EPIs e que está sendo orientado o uso de máscaras faciais de tecido para a população em geral, já que as descartáveis precisam ser destinadas a estes profissionais” (DUARTE, et al., 2021, p. 3). Vale ressaltar que a escassez de recursos necessários para os atendimentos durante a pandemia gerou grandes preocupações para a equipe, o que comprometeu o estado psicológico desses profissionais. De acordo com Silva et al. (2024) “é evidente que os profissionais que atuam em um ambiente com escassez de recursos e ausência de suporte organizacional, estão mais suscetíveis aos riscos ocupacionais e danos mentais, sendo potencializado quando a cultura de segurança é inadequada”.
Melo et al. (2013, p. 36) explicam que “os profissionais que atuam nos setores de urgência e emergência precisam ser capazes de tomar decisões em tempo hábil e distinguirem quais as prioridades a serem implementadas, avaliando o paciente de forma eficiente”. As cobranças e responsabilidades impostas a esses profissionais servem para intervir a gravidade do quadro clínico do paciente, em contrapartida, essa sobrecarga tem prejudicado vários fatores em questões trabalhistas e pessoais dos atuantes. De acordo com Silva et al. (2024, p. 5) “por conta das cobranças psicológicas, a equipe de profissionais enfrenta excesso de serviços em curto tempo, gerando transtornos mentais como ansiedade e depressão”.
Ferreira et al. (2020, p. 12) pontuaram que “a saúde mental do enfermeiro emergencista necessita de atenção prioritariamente nesse período de Covid-19”. “A síndrome de Burnout assim como a depressão, está atrelada ao suicídio, é caracterizada por exaustão emocional ou física decorrente de exposição prolongada ao estresse, geralmente associada ao ambiente de trabalho” (GALVÃO, et al., 2023, p. 2). As cobranças psicológicas associadas à dinâmica de trabalho em saúde intensificam a sobrecarga laboral da equipe, especialmente da enfermagem, que atua de forma contínua na assistência direta. Desse modo, a síndrome de Burnout, assim como a depressão, apresenta associação com o risco de suicídio e se caracteriza por exaustão emocional e física resultante da exposição prolongada ao estresse ocupacional.
“Em conformidade com o que foi exposto, esse tipo de situação implica no sentimento de impotência por quem presta assistência, abalando a estrutura emocional daqueles que permanece noite e dia na linha de frente” (FERREIRA, et al., 2020, p. 9). Esse sentimento pode refletir diretamente na estabilidade emocional, visto que o sofrimento encontrado demonstrava a necessidade de apoio psicológico em prol de preservar a saúde mental da equipe.
Profissionais de saúde em urgência e emergência enfrentam intenso estresse, resultando em desgaste físico e emocional. Esse ambiente os torna vulneráveis a transtornos como Burnout, depressão e ansiedade, além de impactos na saú̇de física. A exposição constante ao sofrimento, excesso de trabalho e falta de recursos agrava essa situação, como evidenciado na pandemia de COVID-19. (SILVA, et al., 2024, p.7).
Visto que os profissionais da saúde estão submetidos a um elevado estresse ocupacional, durante a pandemia a vulnerabilidade tornou-se maior, desenvolvendo vários fatores que comprometesse a saúde desses indivíduos. O acúmulo de demandas em curto espaço de tempo favoreceu o surgimento de transtornos mentais, como ansiedade e depressão. Por mais que esse acontecimento estivesse evidente o quanto esses profissionais necessitavam de recursos em favor da promoção do bem-estar, muitos não receberam os cuidados necessários. Melo et al. (2013, p. 39) explicam que “ainda que a atuação do profissional de enfermagem requeira boa saúde física e mental, raramente o mesmo recebe a proteção social adequada”.
O problema do desgaste profissional em enfermagem permeia o ambiente laboral desses profissionais, produzindo um estresse crônico e incidindo diretamente sobre a qualidade do trabalho realizados pelos mesmos. A partir dessa constatação, acredita-se que a identificação dos elementos estressores em atendimentos de urgência e emergência, corresponde a um dos grandes agentes de transformação dessa realidade. Produzindo ações no sentido da valorização dos aspectos humanos e profissionais desses sujeitos. Nesse sentido, cabe destacar a importância do reconhecimento dos estressores e de seus efeitos sobre o organismo, para que sejam adotadas medidas de enfrentamento a fim de evitar distúrbios psicológicos e fisiológicos. (MELO, et al., 2013, p.39).
De acordo com a pesquisa de Galvão et al. (2023, p. 5) “ao analisar o horário de trabalho, observou-se que [9 (81,8%); (p=0,025)] dos que se sentem mal consigo mesmo quase todos os dias, trabalham no turno da noite, enquanto o pessoal do turno diurno, 51 (59,3%) não se sentiu mal consigo mesmo em nenhum momento (p=0,025)”. A pesquisa realizada com esses profissionais tinha o propósito de trazer dados quantitativos em relação à saúde desses profissionais após a pandemia. Eles relataram no artigo que um dos participantes que estavam entre os que afirmaram ter sintomas de depressão cometeu suicídio.
A desvalorização da enfermagem é uma problemática notada muito antes do atual cenário, porém, é em meio ao caos que o mundo pode enxergar com um olhar mais sensível a sua representatividade e importância. A saúde mental deve ser priorizada neste momento, já que, possivelmente, vai deixar marcas irreparáveis em muitos profissionais que estão trabalhando na linha de frente. (DUARTE, et al., 2021, p. 5).
“Os dados conferem profissionais com sintomas de síndrome de Burnout em diferentes níveis, sendo a maioria 70 (53%) incluída no grau moderado. Esses dados contradizem outros estudos que evidenciam um maior número de profissionais de enfermagem alocados no grau alto da síndrome” (GALVÃO, et al., 2023, p.7). “A situação da saúde do país já exigia muito da classe de enfermagem antes do atual cenário, expondo-a a condições trabalhistas longe de serem as ideais” (DUARTE, et al., 2021, p. 5).
Muitos profissionais de saúde são convocados a prestar os primeiros atendimentos, entre estes, a equipe de enfermagem nos serviços de urgência e emergência, se posicionam desde a entrada do indivíduo acometido pela COVID-19, no seguimento da assistência imediata visando a estabilização, até a conclusão do manejo que poderá ter inúmeros desfechos. (FERREIRA, et al., 2020, p. 5).
Nos serviços de urgência e emergência, a equipe de enfermagem desempenhou um papel central na resposta inicial a indivíduos acometidos pela COVID-19, atuando desde a recepção e triagem até a estabilização e condução do manejo clínico. “A rotina exercida pela enfermagem no atendimento em pandemias, é inegável que a classe merece um pouco mais de atenção por lidar diretamente com os males e repercussões nesse aspecto” (FERREIRA, et al., p. 11). “Sintomas de estresse, alto absenteísmo, tristeza, fadiga, ansiedade e reclusão parecem estar fazendo parte do cotidiano de trabalho” (DUARTE, et al., 2021, p. 4).
4. CONCLUSÃO
A análise apresentada ao longo deste artigo evidencia que a pandemia de COVID‑19 causou grandes impactos na saúde mental e física dos profissionais que atuaram no departamento de urgência e emergência. De acordo com os dados apresentados por outros autores, muitos profissionais apresentam sintomas de ansiedades, nível elevado de estresse, depressão e síndrome de Burnout. A sobrecarga e a falta de recurso foram um dos fatores cruciais que desenvolveram esses aspectos negativos para esses profissionais.
Como limitações do estudo, destacam-se que grande parte das informações é baseada em pesquisas realizadas por outros autores que investigaram os malefícios causados pela pandemia. Para melhores resultados é imprescindível que ocorra novas pesquisas quantitativas em que investiguem a presente circunstância em que se encontram os profissionais afetados.
Portanto, muitos profissionais precisam de acolhimento e recursos para que possam proporcionar melhorias ao bem-estar para que de fato tenham capacidade de exercer a profissão sem causar riscos para si mesmos e aos pacientes que necessitam de atendimentos especializados.
07/05/2021
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SAÚDE MENTAL DOS PROFISSIONAIS DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA DURANTE A PANDEMIA DO COVID-19

