
Kênia de Fatima Roriz
Enfermeira
Coren: 245.901-GO
Atlanta- Geógia 10 de Novembro de 2023
RESUMO – Este estudo aborda a relevância da atuação do enfermeiro no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) em cenários de múltiplas vítimas, onde a demanda por socorro excede os recursos imediatos. O objetivo é analisar as estratégias de organização de cena e os protocolos de triagem que fundamentam uma assistência segura e eficaz. Conclui-se que a eficácia do socorro está ligada ao treinamento contínuo, à articulação multiprofissional e à liderança do enfermeiro na gestão, visando a redução da mortalidade e a diminuição de sequelas em eventos críticos.
PALAVRAS-CHAVE: Pré-hospitalar; Atendimento; Triagem.
ABSTRACT – This study addresses the relevance of the nurse’s role in pre-hospital care (PHC) in mass casualty scenarios, where the demand for assistance exceeds immediate resources. The objective is to analyze scene organization strategies and triage protocols that underpin safe and effective care. It concludes that the effectiveness of emergency response is linked to continuous training, multidisciplinary collaboration, and the nurse’s leadership in management, aiming to reduce mortality and decrease sequelae in critical events.
KEYWORDS: Pre-hospital care; Assistance; Triage.
1. INTRODUÇÃO
De acordo com Ferreira et al. (2021, p. 8) “o enfermeiro está diretamente ligado ao atendimento pré-hospitalar, sendo necessária uma preparação para saber lidar com o cenário em que irá atuar”. A atuação do enfermeiro é relevante, principalmente neste tipo de atendimento, ressaltando que esse profissional precisa estar devidamente capacitado para enfrentar situações complexas, dinâmicas e muitas vezes imprevisíveis.
“As equipes de saúde, que trabalham no atendimento pré-hospitalar, são compostas por enfermeiros, auxiliares, técnicos de enfermagem e médicos, sendo esta equipe a que deve atender vítimas, que necessitem de atendimento imediato” (COVOS, et al., 2016, p.197). Essa organização permite uma resposta rápida e eficiente às situações de urgência, garantindo que as vítimas que necessitam de atendimento imediato possam receber cuidados adequados.
É de suma importância que haja preparação não apenas de conhecimentos técnicos, mas também habilidades práticas, tomada de decisão rápida e equilíbrio emocional, fundamentais para garantir um atendimento seguro e eficaz à vítima. Segundo Luna et al. (2025, p. 7) é fundamental “a importância de um treinamento contínuo e específico para os oficiais de triagem, visando equilibrar precisão e eficiência no processo de avaliação em situações de múltiplas vítimas.
A presente pesquisa aborda aspectos importantes do Atendimento Pré-Hospitalar (APH) em situações de múltiplas vítimas, e como é imprescindível que os profissionais estejam capacitados para lidar com essas situações.
2. PRIORIDADES DE ATENDIMENTO
Covos et al. (2016, p. 197) explicam que “o termo para múltiplas vítimas significa acidentes ou incidentes com um número superior a cinco vítimas”. Portanto, para esse tipo de atendimento é necessário que haja planejamento estruturado para lidar com os pacientes. “Para um atendimento a essas vítimas deve-se estabelecer um plano com características regionais e locais, podendo acionar outras empresas, sejam elas públicas ou privadas, para ajudar no atendimento de emergência” (COVOS, et al., 2016, p. 197). A elaboração de planos regionais e locais permite uma resposta coordenada e eficiente, considerando os recursos disponíveis e a logística do atendimento.
Ferreira et al. (2021, p. 11) ressaltam que “os recursos disponíveis podem ser menores, se comparados ao número de vítimas envolvidas, por isso os sistemas de triagem e os algoritmos estabelecidos permitem oportunidades a todos, apesar de nenhuma dessas ferramentas terem evidências científicas que comprovem os resultados”. Essa é uma realidade enfrentada por muitos profissionais, visto que muitos locais têm a limitação de recursos comparado ao número exorbitante de vítimas.
O APH deve ser estruturado em três fases como: triagem, tratamento e transporte, a triagem é utilizada para priorizar o atendimento de acordo com suas necessidades, classificando e prestando socorro a um maior número de vítimas de maneira eficiente em um curto período de tempo, e encaminhando para um local específico para suporte. (FERREIRA, et al., 2021, p. 8).
A organização sistematizada do atendimento pré-hospitalar evidencia a importância da triagem como etapa fundamental para a eficácia do cuidado. Com essa priorização mediante a gravidade das vítimas, é possível reduzir a morbimortalidade, garantindo a estruturação do APH em fases bem definidas, além de favorecer a tomada de decisão rápida e assertiva pelos profissionais de saúde.
“O enfermeiro tem um papel característico nesse processo, estabelecendo prioridades de tratamentos para o benefício dos envolvidos. No APH é necessário um pensamento rápido e crítico para ações individuais, onde o bem-estar do paciente é a prioridade” (FERREIRA, et al., 2021, p. 8). O profissional da saúde possui grande responsabilidade na tomada de decisões imediatas e na definição de prioridades terapêuticas. Esse papel exige competências técnicas, raciocínio clínico apurado e capacidade de agir sob pressão, considerando as particularidades de cada situação.
A avaliação assertiva é fundamental para as vítimas que apresentam maior chance de sobrevida. Covos et al. (2016, p. 196) afirmam que “conseguir salvar o maior número de vítimas, visto que o tempo gasto em vítimas que não podem ser salvas, em tais circunstâncias, pode e acarreta o óbito em cascata daquelas que poderiam ser salvas”. Portanto, a avaliação deve ser rápida e criteriosa, baseada na probabilidade de sobrevida, sendo fundamental para maximizar os resultados assistenciais e reduzir perdas evitáveis.
3. PROCEDIMENTO DE TRIAGEM PARA SITUAÇÕES DE MÚLTIPLAS VÍTIMAS
O raciocínio clínico ágil e a aplicação adequada dos critérios de triagem tornam-se essenciais para orientar decisões éticas e técnicas, contribuindo para a utilização eficiente do tempo e dos recursos disponíveis e para a preservação do maior número possível de vidas. “A triagem é de extrema importância para classificar e priorizar as vítimas, muitos métodos são utilizados ao redor do mundo, mas todos com o intuito de prestar socorro ao maior número de pessoas” (FERREIRA, et al., 2021, p. 13). Mesmo diante da ausência de evidências científicas conclusivas, mostram-se ferramentas essenciais para orientar decisões rápidas e promover maior equidade no cuidado.
De acordo com o COFEN “a atuação do Enfermeiro na assistência pré-hospitalar engloba as práticas assistenciais já reconhecidas para o Suporte Básico de Vida (SBV), Suporte Intermediário de Vida (SIV) e do Suporte Avançado de Vida (SAV) nos agravos de origem clínica, traumática, cirúrgica, psiquiátrica, pediátrica, obstétrica e outros, em todo ciclo vital”. Desse modo, evidencia que o enfermeiro é responsável por assegurar a continuidade do cuidado, garantindo intervenções seguras e eficazes em todo o ciclo vital, reforçando sua importância na eficiência e na qualidade do atendimento pré-hospitalar.
Covos et al. (2016, p. 199) explicam que “o médico, frente a acidentes com múltiplas vítimas, tem o papel de regular o atendimento de acordo com a triagem estabelecida com a equipe. Desta forma, o mesmo terá a função de buscar recursos necessários para as vítimas nos hospitais mais próximos e que tenham recursos”. “O problema torna-se mais complexo quando há múltiplas vítimas traumatizadas” (SIMÕES, et al., 2012, p. 230). A triagem pode ser destacada como elemento central no atendimento pré-hospitalar, mediante ao seu papel na organização e priorização do cuidado às vítimas.
De acordo com Covos et al. (2016, p. 199) “na triagem, deve-se estabelecer por ordem de gravidade o estado das vítimas, dando prioridade para aquelas que necessitam de um atendimento rápido, mas que também tenham chance de sobrevida”. Dessa forma, a triagem contribui para a eficiência do atendimento, a otimização dos recursos e a redução de desfechos negativos em situações de emergência.
No tratamento, o atendimento deve ser prestado de acordo com a triagem, isto é, de acordo com a gravidade das vítimas. Para que isto ocorra, as vítimas devem estar separadas por lonas coloridas, desta forma são separadas as vítimas por prioridade de atendimento, sendo as lonas verdes direcionadas para as “vítimas que andam” e pretas “vítimas em óbito”, bem como devem ser separadas das demais lonas como a vermelha e, em seguida, a lona amarela, uma vez que estas vítimas necessitam de atendimento prioritário. (COVOS, et al., 2016, p.199).
A utilização de lonas coloridas agiliza a identificação da gravidade de cada vítima, otimizando a priorização do cuidado e a alocação de recursos. Esse método garante que os pacientes com maior chance de sobrevida recebam atendimento imediato, enquanto mantém a organização do cenário e otimiza o fluxo de socorro, contribuindo para a eficácia do atendimento pré-hospitalar.
Segundo Ferreira et al. (2021, p. 11) “o local que ocorre o incidente interfere no resultado, pois apresenta certos desafios aos profissionais. Alguns algoritmos e aspectos foram citados para que a triagem possa ser realizada de maneira adequada, como etiquetar cada vítima como forma de priorizar o atendimento”. O cenário do incidente pode influenciar na efetividade do APH, podendo dificultar ou facilitar os procedimentos dos profissionais. Nesse contexto, o uso de algoritmos e métodos padronizados, como a identificação das vítimas por meio de etiquetas, contribui para uma triagem mais organizada e precisa.
Somente por meio de treinamento contínuo de todas as equipes envolvidas do atendimento intra-hospitalar e do pré-hospitalar, não esquecendo também o apoio da polícia militar e das instituições privadas como indústrias e companhias aéreas, é possível de forma significativa melhorar e preparar as equipes para situações extremas com várias vítimas, mantendo um atendimento organizado e com total segurança para equipe e remoção dos pacientes para os hospitais de referência, de acordo com a gravidade e a capacidade de atendimento, sendo de suma importância estar sempre aprimorando os conhecimentos, participando de treinamentos e simulados, que forneçam técnicas e habilidades desenvolvidas para salvar o maior número de vítimas, melhorando o entrosamento entre as equipes e os serviços necessários durante o atendimento que é multiprofissional. (COVOS, et al., 2016, p.196).
A articulação entre os serviços pré-hospitalares, intra-hospitalares, forças de segurança e instituições privadas evidencia a complexidade do atendimento e a necessidade de atuação multiprofissional organizada. A realização de treinamentos e simulados aprimora o rigor técnico, fortalece o trabalho em equipe e padroniza condutas. Conforme Ferreira et al. (2021, p. 13) destacam que “cada tipo de triagem apresenta o seu padrão de avaliação por não haver um algoritmo estabelecido que mostre um desempenho geral, assim, cada país segue o protocolo padrão aprovado pelos órgãos de saúde. No Brasil, utiliza-se o método START por tratar-se de uma avaliação breve e eficaz como apontado nos estudos realizados”. A escolha do método START demonstra a busca por um modelo prático, ágil e eficiente, adequado às demandas do atendimento pré-hospitalar.
Com base em Luna et al. (2025, p. 4) “o protocolo START classifica os pacientes em quatro níveis de prioridade: vermelho para ferimentos graves que exigem atendimento imediato, como grandes hemorragias, amputações e choque; amarelo para ferimentos moderados que permitem aguardar atendimento; verde para ferimentos leves, com capacidade de deambular; e preto ou cinza para vítimas em óbito ou com lesões irreversíveis”. A padronização por meio de protocolos reconhecidos pelos órgãos de saúde contribui para a uniformização das condutas, maior segurança dos profissionais e melhoria da qualidade da assistência prestada, garantindo um fluxo adequado de atendimento e encaminhamento aos serviços especializados.
Em prol de manter um atendimento organizado, Covos et al. (2016, p.198) destacam que “é importante determinar algumas prioridades, como a segurança do atendimento, posicionamento e deslocamento das viaturas, estabelecendo a local ideal de atendimento, sempre priorizando o cuidado com a segurança da equipe e da vítima”. É uma forma de garantir que tanto a equipe quanto as vítimas estejam protegidas. Assim, o planejamento estratégico e a atenção à segurança são elementos essenciais para assegurar que o socorro seja realizado de forma coordenada, eficaz e segura.
A equipe do APH, juntamente ao enfermeiro exerce papel importante frente ao paciente vítima de TRM, detectando com rapidez situações que ameaçam a vida e executando ações que viabilizem a estabilização das funções vitais (ventilatória, circulatória e neurológica), prevenindo, protegendo e recuperando a saúde do paciente vitimizado, portanto, deve estar bem capacitado e treinado, pois um suporte eficiente e eficaz tende a salvar o maior número de vidas possíveis e evitar sequelas. (PAULA, et al., 2020, p. 94202).
Uma equipe preparada e bem coordenada é capaz de responder de maneira organizada e segura às emergências de alta complexidade. Portanto, a capacitação e o treinamento contínuos são determinantes para a eficiência do suporte prestado, aumentando a probabilidade de salvar vidas e reduzir sequelas. “O posto de comando é estabelecido o controle do evento para que o mesmo não se torne um tumulto pela invasão de curiosos, protegendo desta forma a equipe e as vítimas, tendo como objetivo organizar ações e medidas efetivas de segurança e proteção a todos os envolvidos” (COVOS, et al., 2016, p.199).
Paula et al. (2020, p. 94199) explicam que “no TRM, o foco do enfermeiro é o cuidar dos pacientes com suas complexidades, diversidades e o indivíduo como ser único que expressa através de seu corpo físico a sintomatologia de um lesado medular”. É essencial garantir intervenções seguras, eficazes e centradas no paciente, reforçando a importância da atuação do enfermeiro para a qualidade da assistência prestada. De acordo com Covos et al. (2016, p. 198) “quando o número de vítimas ultrapassa o número de profissionais é importante que sejam estabelecidas no local as chamadas zonas: quente, morna e zona fria. Estas são estabelecidas para facilitar e organizar o atendimento”. A divisão de zonas não se aplica apenas a riscos químicos, mas a qualquer cenário de múltiplas vítimas para garantir que o socorro não se torne uma nova vítima.
“É possível afirmar que o protocolo START, embora amplamente utilizado e de fácil aplicação, possui limitações que impactam sua acurácia na triagem de vítimas em cenários de múltiplas vítimas” (LUNA, et al., 2025, p.8). Embora o protocolo START seja amplamente adotado por sua praticidade, suas limitações podem comprometer a precisão na triagem de vítimas em situações de múltiplos atendimentos simultâneos. Tal cenário exige a necessidade de avaliação crítica de suas aplicações e possíveis ajustes ou complementos em contextos específicos que garantam a eficácia da priorização e a otimização dos recursos para maximizar as taxas de sobrevida.
Frente aos cuidados de maior complexidade técnica que exigem tomada de decisão imediata e o conhecimento específico que a área requer, e com vistas a garantir a segurança do paciente e do profissional, o presente documento estabelece conceitos e normas para a atuação e a responsabilidade dos profissionais de enfermagem no âmbito de suas competências legais, nas centrais de regulação das urgências, na assistência e no gerenciamento de serviços de atendimento pré-hospitalar móvel terrestres e aquaviários, públicos e privados, civis e militares. (COFEN, 2022).
O documento do COFEN garante que os profissionais de enfermagem atuem dentro de suas competências legais, assegurando segurança tanto para o paciente quanto para a equipe. A diversidade de métodos adotados internacionalmente demonstra a adaptação desses sistemas às diferentes realidades e contextos, mantendo como objetivo comum a progressão do número de pessoas atendidas. Segundo Luna et al. (2025, p. 7) “adoção de sistemas complementares e metodologias baseadas em evidências pode contribuir para a redução de erros na triagem e aprimoramento do atendimento pré-hospitalar em cenários de emergência”.
COFEN (2022) descreve que o Atendimento Pré-hospitalar Móvel procura chegar precocemente à vítima, através do acionamento de uma Central de Regulação das Urgências e o envio de veículos tripulados por equipe capacitada para lidar com ocorrido que possa levar a sofrimento, sequelas ou mesmo à morte, sendo necessário, prestar-lhe atendimento e/ou transporte adequado a um serviço de saúde devidamente pactuado (BRASIL, 2017). Esse atendimento tem como objetivo proporcionar uma intervenção rápida e eficaz, chegando precocemente à vítima para reduzir riscos de morte, sofrimento ou sequelas. Dessa forma, o APH se configura como um componente essencial da rede de urgência e emergência, promovendo a integração entre diferentes níveis de atenção e a eficiência do cuidado pré-hospitalar.
Portanto, Covos et al. (2016, p. 200) explicam que “o protocolo assumido deverá ser seguido rigorosamente, obtendo uma assistência organizada, assegurando a segurança da cena e da equipe tentando reduzir, ao máximo, o número de mortalidade durante o atendimento”.
4. CONCLUSÃO
A análise dos protocolos e diretrizes vigentes demonstra que o atendimento pré-hospitalar em incidentes com múltiplas vítimas ultrapassa uma simples execução de técnicas assistenciais, configurando-se como um desafio de gestão de crise e logística operacional. O enfermeiro assume um papel central nesse cenário, atuando não apenas na assistência direta, mas também na tomada de decisão assertiva para proporcionar resultados eficazes.
O estudo reafirma a eficácia do método START como a ferramenta padrão no Brasil para a triagem rápida, permitindo que a alocação de recursos limitados seja direcionada de forma a maximizar as taxas de sobrevida. A utilização de estratégias visuais, como o sistema de lonas coloridas, e a delimitação da cena em zonas quente, morna e fria, mostram-se indispensáveis para a manutenção da ordem e segurança, impedindo que o caos do cenário comprometa a integridade da equipe e a eficiência do socorro.
A atuação do enfermeiro deve estar em concordância com as normativas do COFEN, garantindo o respaldo legal e a segurança institucional. Por fim, conclui-se que a excelência no APH de múltiplas vítimas é dependente da integração de toda a equipe e do investimento permanente.
Atlanta- Geógia 10 de Novembro de 2023
REFERÊNCIAS
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PAULA, M. R. de; SANTOS, K. dos; BATISTA, M. A. S.; GONÇALVES, R. C. M.; REIS, S. da S. A importância da atuação da equipe no atendimento pré-hospitalar (aph) à vítima suspeita de trauma raquimedular / The importance of team performance in Pre-Hospital Care (PHC) to the suspected victim of spinal cord injury. Brazilian Journal of Development, [S. l.], v. 6, n. 12, p. 94196–94204, 2020. DOI: 10.34117/bjdv6n12-039.
RESOLUÇÃO COFEN Nº 713/2022. Atualiza a norma de atuação dos profissionais de enfermagem no Atendimento Pré-hospitalar (APH) móvel Terrestre e Aquaviário, quer seja na assistência direta, no gerenciamento e/ou na Central de Regulação das Urgências (CRU), em serviços públicos e privados, civis e militares. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-no-713-2022.
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